Comissária da União Europeia compara banda larga a oxigênio

DIÓGENES MUNIZENVIADO ESPECIAL A HANNOVER
Neelie Kroes, comissária para assuntos digitais da Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia), afirmou nesta terça-feira (1º), na Cebit, que a banda larga é fundamental para o desenvolvimento do continente e deve ser encarada como “oxigênio”.
“A banda larga é o oxigênio digital da Europa, essencial para a nossa prosperidade e bem-estar. É a base sólida para que todos estejamos on-line”, disse, durante uma conferência na feira de tecnologia que acontece até sábado (5), no norte da Alemanha.
Segundo a política holandesa, ex-comissária para a Concorrência da UE, um milhão de postos de trabalho hoje dependem do desenvolvimento da banda larga no continente. “Precisamos de mais investimento [por parte das empresas]”, cobrou.
Thierry Suzan/Efe
Política Neelie Kroes, comissária para assuntos digitais da Comissão Europeia, comparou banda larga a oxigênioQUADRO MUNDIAL
Já existem 2 bilhões de pessoas com acesso à internet no mundo, segundo dados divulgados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) divulgados no começo de 2001. A maior concentração de usuários está na Europa, seguida pelos EUA.
Este quatro pode mudar se levarmos em consideração a banda larga móvel. Levantamento da companhia sueca Ericsson, também deste ano, aponta que a região da Ásia-Pacífico deve representar a maior parte do número de usuários da tecnologia até o fim de 2011, cerca de 400 milhões, seguida pela América do Norte e Europa Ocidental com mais de 200 milhões cada.
No Brasil, o governo promete disseminar o acesso por meio do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) um programa cuja velocidade de conexão oferecida será de 516 kbps a 784 kbps (kilobits por segundo) –o que, na maioria dos países desenvolvidos, não é considerado banda larga.
UE X MICROSOFT
Neelie é uma das mais importantes autoridades antitruste da Europa, responsável entre outros pela cruzada para barrar ações da Microsoft que dificultavam o uso software de rivais no seu sistema operacional.
A batalha entre União Europeia e a empresa fundada por Bill Gates se arrastou por anos. Em 2009, a Microsoft concordou, enfim, em em oferecer aos consumidores a opção de usar navegadores de companhias concorrentes.

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