4 vantagens do uso da interatividade na capacitação

 

O uso de interações em meios digitais de Learning-Featuredcapacitação tem um papel importante na forma de aprender e de reter informações, visto que comprovadamente, a aprendizagem com o auxílio de recursos interativos aumenta a taxa de retenção.

Listamos quatro pontos importantes para considerar utilizar-se dos recursos interativos na capacitação empresarial:

1) Mostrar como um processo é feito traz melhores resultados do que explicar o mesmo processo em uma linguagem verbal

Porque somente a teoria nem sempre é suficiente!
Assistir os passos reais em um vídeo ou  por meio de uma interação programada pode trazer resultados melhores dependendo da aplicação.

 
2) Quando há uma técnica que precisa ser demonstrada

Na área de vendas e serviço ao cliente, recursos de mídia podem funcionar muito bem, uma vez que a demonstração adequada é fundamental. Para treinamento, por exemplo, usa-se o vídeo para demonstrar como fazer uma apresentação de vendas, etc. Isso permite que o funcionário ouça o tom de voz apropriado, expressões faciais e linguagem corporal, que visualmente será mais facilmente explicado em comparação, por exemplo, a uma explicação em texto puro.

3) Reduz o tempo do aprendizado

Aprender por meio de interações pode ser muito mais rápido do que simplesmente ler o mesmo conteúdo, além de reter as informações com mais facilidade.

4) A óbvia e não menos importante vantagem: maior interação

Hoje em dia é possível treinar os funcionários com as interações, fazendo com que o aluno não só leia o material ou progrida por telas estáticas em um sistema de gerenciamento de aprendizado, mas participe muito mais do que isso.😀

Ampla Visão é líder Brasileira na produção de livros interativos, produz e-learnings e pode lhe ajudar a converter os seus materiais para esses formatos, entre em contato: www.amplavisao.com 

 

 

Ótimas razões para fazer mobile

2015 foi o ano em que o mobile ultrapassou o desktop. Segundo uma pesquisa recente da Mary Meeker, nós olhamos nossos celulares mais de 150 vezes por dia. É um dos poucos objetos que é tão pessoal que tem senha. Nós mal lembramos como era a vida antes dele. Ligar pra casa de alguém e perguntar se o fulano está. Ficar na chuva tentando pegar um táxi. Passar horas na fila do banco.

Ele está tão integrado ao nosso dia a dia que a gente não percebe a profundidade do impacto, mas o celular é disruptivo: ele transforma a vida das pessoas, assim como transforma mercados e indústrias inteiras. Estamos tão ligados a ele que aquela aflição que a gente tem quando esquece o celular em casa tem um nome próprio: NoMoFobia. E, mais que tudo, o celular transformou a maneira que a gente busca as coisas, decide e faz compras.

2015: o ano em que o mobile ultrapassou o desktop.

Mas as marcas não estão acompanhando essa transformação. O investimento em mobile ainda é de apenas 5%.

Alguns mitos ajudam na relutância das marcas em investir no mobile:
– “O país está na frente da TV.”
– “Mobile é para ricos e jovens.”
– “É só para redes sociais e entretenimento.”
– “Sites móveis não têm conversão.”

Mas, afinal, são mitos. A realidade é bem mais interessante. Olha só:

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“O país está na frente da TV”:
– 67% dos que veem TV também assistem a vídeos na web.
– Desses, ¼ vê mais vídeos na web do que na TV.
– 6 em cada 10 espectadores usam o mobile ao mesmo tempo que assistem TV. Se reconheceu?🙂
– E desses, 7 em cada 10 prestam mais atenção no mobile.

“Mobile é para ricos e jovens”:
– 62% dos usuários de smartphone têm mais de 25 anos.
– São 48,3 milhões de usuários de smartphone na classe C.
– Quase metade dos internautas possui smartphones.
– A classe C cresceu 204% em menos de uma década. A população total cresceu 10%.
– A classe C movimenta 495 bilhões de reais em renda própria por ano.

“É só para redes sociais e entretenimento”:
– Apenas 28% do tempo é gasto com redes sociais e entretenimento.
– Os outros 72%? Fotos, bancos, mapas, apps de empresas, buscas, e-mail, comparação de preços, compras…

“Sites móveis não têm conversão”:
– 86% dos usuários de smartphone fazem pesquisa de compras no mobile.
– O site mobile é o principal canal para atividades comerciais no celular.

Quando medido adequadamente, o resultado do mobile surpreende. Muito mais que o último clique, o mobile traz toda uma série de micro-conversões que afetam a jornada de compra – e os resultados da sua marca.

Agora é o momento de repensar a sua estratégia de mobile: qual a experiência que você oferece, como comunica isso e como deveria medir seu sucesso no mobile.

MICRO-MOMENTOS

O comportamento do consumidor mudou. E mudou em um ritmo muito maior do que as marcas conseguem acompanhar. O mobile formou novos comportamentos e hábitos que alteram como as pessoas passam por toda a jornada de consumo.

Hoje, as batalhas pelos corações, mentes – e carteiras – são ganhas ou perdidas em micro-momentos, momentos de tomada de decisão e formação de preferência que acontecem ao longo dessa jornada.

A gente não entra mais online. A gente vive online. E o que costumava ser uma “sessão” em frente ao computador foi substituído por interações fragmentadas que acontecem instantaneamente. Nós temos centenas desses momentos todos os dias: olhando as horas, mandando um SMS para um parceiro, batendo papo com os amigos em redes sociais.

Mas também existem outros momentos. Os momentos preciso-tirar-essa-dúvida-agora. Os momentos como-eu-chego-lá-mesmo. Os momentos quero-muito-comprar-isso. Momentos que importam muito. E são justamente esses micro-momentos que podem virar o jogo para consumidores e marcas.

Micro-momentos: momentos espontâneos de tomada de decisão que ditam resultados ao longo de toda a jornada de consumo.

Eles acontecem quando as pessoas, como que por reflexo, voltam-se para um aparelho – que cada vez mais é o celular – para agir sobre uma necessidade de aprender, fazer, descobrir, assistir ou comprar. São momentos ricos em intenção, onde decisões são feitas e as preferências são formadas. Nesses momentos, a expectativa do consumidor está mais alta que nunca. Os poderosos computadores que a gente carrega no bolso treinaram a gente a esperar que as marcas entreguem exatamente o que estamos procurando, na hora que estamos procurando. A gente quer tudo certo e na hora.

Para ter sucesso, precisamos entender primeiro as pessoas, depois a tecnologia. Pense nesses dados de uma pesquisa recente:

– 69% das pessoas que viajam a lazer e têm um smartphone buscam por ideias de viagem em momentos livres, como numa fila ou esperando o metrô.
– 91% dos usuários de smartphone buscam por informação em seus aparelhos enquanto estão no meio de alguma outra tarefa.
– 82% dos usuários de smartphone consultam seus aparelhos enquanto estão na loja decidindo o que comprar. E desses, um em cada dez acaba mudando sua decisão de compra.
– 69% dos consumidores online concordam que a qualidade, o timing ou a relevância das mensagens de uma empresa afetam sua percepção da marca.

O que isso significa? Que as marcas bem-sucedidas de amanhã vão ser as que têm uma estratégia para entender e suprir as demandas dos consumidores nesses micro-momentos.

LINKS ÚTEIS

/ Mobile Playbook
/ Micro-moments
/ Our Mobile Planet
/ Entendendo o consumidor brasileiro multitelas
/Classe C: Os novos donos da internet
/ The Consumer Barometer BR

FONTES ADICIONAIS:

– Provokers/Google (2014): TV Viewers Consumer Study – Results Brazil.
– Smartphone foi o item mais procurado em 2014 e-bit/IDC Brasil.
– Mobile Report, Nielsen IBOPE – entre usuários de smartphones- agosto de 2014 – How mobile is transforming the shopping experience in store.
– Google/Ipsos, “A estrada do viajante para a tomada de decisão,” Junho de 2014.
– Google/Ipsos, “Consumers in the Micro-Moment,” Março de 2015.

Como o iBooks está silenciosamente ganhando o jogo da inovação em livros digitais

iBooks2Antes de Steve Jobs falecer, ele supervisionou a criação do iBooks Author, uma tecnologia para “digitalmente destruir” o mercado de livros didáticos de ensino.

Este software tornaria mais fácil do que nunca publicar um livro digital. E pela inclusão de multimídia, tais como fotografias de alta resolução, áudio e vídeo, seria mais fácil do que nunca publicar um livro digital de última geração. E, no verdadeiro estilo Steve Jobs, o iBooks Author incluiu uma funcionalidade com excelente visão de futuro: o uso do HTML5.

Qualquer publicação pode embutir código HTML5 para adicionar interatividade como nunca antes a livros digitais.

Jobs faleceu no final de 2011 e a Apple lançou o iBooks Author no início de 2012 em um mercado dominado pela Amazon e o seu Kindle. E enquanto mercado de livros digitais de hoje ainda é dominado pela Amazon e o Kindle, uma confluência de fatores (incluindo melhorias de hardwares móveis) criou uma abertura enorme para a Apple. Felizmente, eles já deram o primeiro passo ao lançar o iBooks Author em 2012 – e maciçamente vem atualizando-o ao longo dos últimos 18 meses – pois a adoção tem tido crescimento contínuo.

O iBooks Author é amplamente utilizado hoje em três setores, sinalizando o grande grau em que o mercado se moveu em direção a este tipo de tecnologia interativa de publicação: educação, entretenimento, e corporativo.

Educação

Como os educadores foram o mercado-alvo original para o iBooks Author, não é nenhuma surpresa que os educadores têm trazido à tona algumas das maiores histórias de sucesso do software.

Julia Maurer, reitor acadêmico em Mercersburg Academy, na Pensilvânia, levou a escola para o futuro de modo ousado, onde todos os livros em texto, previamente comprados de grandes empresas de livros didáticos, são agora produzidos internamente pelo corpo docente usando o iBooks Author. Isto não só fez com que os estudantes tenham economizado mais de US$110.000 desde 2012, mas com que quase todas as métricas de avaliação de desempenho dos alunos aumentassem desde então, incluindo osresultados de testes padronizados dos EUA.

Outro educador, desta vez no ensino público, usa o iBooks Author internacionalmente. Jon Smith, é educador e integrador tecnológico para a Alliance City Schools em Canton, Ohio, usa o iBooks  (juntamente com outra ferramenta de criação de conteúdo, o Book Creator) para unir estudantes da instituição em  48 países em colaboração para produzir um único livro digital sobre um determinado tema.

Entretenimento

O amplo espectro que chamaremos de “entretenimento”, falará sobre a base de usuários do iBooks, incluindo desde música a filmes, publicações autônomas e até materiais para exposições em museus.

Demi Lovato, Star Wars, Led Zeppelin, o Museu de Arte Moderna, George Harrison, e Breaking Bad todos tiveram iBooks criados para complementar ou estender uma experiência. Nestes livros, imagens interativas de alta resolução, fornecem uma narração adicional, imagens 3D permitem que os leitores toquem, girem e entrem dentro do universo ficcional. Por trás das cenas, gravações de áudio e clipes de vídeo estão incluídos, como os bônus de um disco Blu-Ray.

Mas, talvez, o crescimento mais convincente de iBooks Author uso tem sido no aumento de artistas independentes, utilizando o formato.

A banda de indie pop / rock Airplane Mode lançou um novo EP em fevereiro, que foi acompanhado por um iBook. Este iBook continha o áudio para cada canção, juntamente com letras, fotos da banda em sua sessão de gravação, uma entrevista de uma hora gravada com o produtor da banda, e o vídeo do por trás das cenas. O iBook foi fixado no preço de US$ 3,99 na loja iBooks, aproximadamente o custo do próprio EP no iTunes.

Corporativo

Esta é a área que permanece sob o radar, principalmente porque o que as grandes organizações já publicam com iBooks Author, mas os materiais permanecem internos e fora das estatísticas. NASA, HCA, Boeing, IBM, o governo da cidade de Chicago, a Universidade do Tennessee, a Southwest Airlines, GE, Ducatti, todos estão utilizando a ferramenta iBooks.

Em muitos destes casos os iBooks são usados para treinamento e educação contínua.

A Southwest Airlines foi uma dessas empresas, que usou o iBooks para criar a “Universidade Southwest Airlines.”

Ampla Visão é líder Brasileira na produção de livros interativos e pode lhe ajudar com os seus materiais, entre em contato: www.amplavisao.com 

 

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Bradley Metrock

Texto por: Bradley Metrock para www.iBooksAuthorConference.com www.thebookseller.com (Bradley é CEO da Score Publishing) e produz a conferência mundial de iBooks: iBooks Author Conference.

A aprendizagem móvel está rapidamente se tornando a nova norma!

m-learningIndependente da idade do aluno. Um projeto bem sucedido de capacitação atende por padrão os dispositivos móveis. Separamos alguns highlights importantes e 7 vantagens valiosas do Mobile Learning:

HIGHLIGHTS

Mudança de Perfil do público-alvo
Um exemplo seria o de uma determinada organização, onde existem alunos tradicionais, baby-boomers, geração X e Y. A maioria dos alunos prefere usar tablets e smartphones para a aprendizagem.

Mudança nos padrões de aprendizagem
Mais e mais alunos preferem conteúdos multimídia para se manter envolvidos em um ambiente de aprendizagem, por exemplo, vídeos, podcasts, áudio. Eles também apreciam ter mais controle sobre as suas sessões de aprendizagem, ou seja, ser capaz de selecionar quais módulos farão imediatamente e quais mais tarde.

Mudança no padrão de utilização de um dispositivo
Iniciativas como BYOD (Bring your own device – traga seu próprio dispositivo, em Inglês) criaram um ambiente de aprendizagem baseado em dispositivos móveis.

Mudança de cursos legados para a plataforma móvel
Cursos antigos podem ser migrados facilmente para a plataforma móvel com um pequeno esforço. Isso pode criar uma melhor experiência de aprendizagem e proporcionar  flexibilidade para os alunos no acesso aos cursos no dispositivo de sua escolha.

7 vantagens

Quais são as vantagens do Mobile Learning?

1. Flexibilidade para os alunos.
A flexibilidade não é mais limitada por local ou pelo tempo! No conceito de flexibilidade, podemos incluir também os novos meios flexíveis de aprendizado com o uso de vídeos, podcasts e outros recursos multimídia populares em smartphones.

2. As taxas de conclusão são melhores e há maior retenção
O conteúdo apresentado na plataforma móvel é mais conciso e dividido em partes menores.

3. A aprendizagem colaborativa.
Mobilizar os alunos criando comunidades de aprendizagem on-line é mais eficaz em dispositivos móveis.

4. Engajamento Superior.
pesquisas e estatísticas existentes revelam uma taxa de engajamento maior quando os cursos são entregues usando o formato móvel.

5. Suporte multi-dispositivo.
O mesmo curso está disponível em dispositivos variáveis que vão desde PCs, laptops, tablets e smartphones.

6. Hábito e facilidade 
Alunos preferem métodos que atrapalhem o mínimo possível sua rotina diária, levar isso em conta cria um hábito de aprendizagem que produz maior qualidade de desempenho.

7. Trilha de aprendizagem.
Lembretes baseados no sistema operacional e nas features de agenda do telefone e/ou tablet integrados com as plataformas de Mobile Learning de modo que os alunos recebam notificações e atualizações contínuas em seus cursos, que verificam em qualquer lugar e a qualquer hora. O aluno também pode retomar o seu curso com facilidade, sem desaprender o conteúdo anterior. A trilha de aprendizagem criada em uma plataforma móvel é mais personalizada e contínua.

 

Com a popularidade dos dispositivos móveis e as aplicações móveis cada vez com maior adesão, o e-Learning em breve será sinônimo de aplicação móvel. A maioria dos programas de formação já utilizam um sistema de gestão de aprendizagem mobile-friendly para hospedar seus programas de e-Learning.

Podemos ajudar! 

A Ampla Visão está preparada para portar o seu curso tradicional para o Mobile, ou criar um curso inteiramente novo voltado para os dispositivos móveis, entre em contato: www.amplavisao.com

Tenha todas as Informações sobre o iOS 10

A nova versão do sistema operacional da Apple para celulares, o iOS 10, chega como o maior lançamento já feito para os usuários do iPhone. Os destaques começam com o novo design da tela de desbloqueio, que exibe as notificações em balões brancos, não interferindo no plano de fundo. Ainda nesta área, o 3D Touch aparece com uma nova função – basta pressionar o dedo sobre uma notificação para ter rápido acesso ao seu conteúdo.

Confira abaixo os principais highlights anunciados:

Integração da Siri a outros aplicativos

A assistente pessoal da Apple vai finalmente executar ações em outros aplicativos. Isso significa que, por meio de comando de voz, será possível chamar um Uber, publicar fotos no Facebook e até iniciar uma videoconferência pelo Skype.

A Siri também estará disponível no sistema operacional desktop da Apple, o OS X, que agora vira macOS, e também no aplicativo do Youtube na Apple TV, possibilitando a pesquisa de vídeos por comando de voz.

Novidades no iMessage

Com tantos aplicativos de mensagem instantânea ganhando força, a Apple resolveu aprimorar o seu sistema próprio. Entre as novidades está o compartilhamento de conteúdo de outros apps, como o envio de músicas de serviços de streaming; a “Tinta Invisível”, que permite que o destinatário receba imagens borradas, sendo preciso um deslize de dedo para visualizá-las completamente; e o desenvolvimento de emojis maiores, que podem ser introduzidos apenas com o uso das palavras-chave referente a eles.

Novas funções do 3D touch

A expansão do touch na tela inicial inclui os widgets de aplicativos. Assim, o usuário será capaz de ver os resultados da última rodada de esportes através do ícone da ESPN, por exemplo, sem entrar no aplicativo.

Recurso Fotos ganha sistema de reconhecimento

A novidade poderá reconhecer rostos de pessoas, além de objetos e ambientes. Isso significa que suas fotos poderão ser agrupadas de acordo com a temática ou evento. Isso facilitará a procura por registros antigos, feitos em uma viagem ou em um restaurante, por exemplo.

A ideia também serve para criar automaticamente pequenos filmes com suas fotos através do reconhecimento de fotografias em um mesmo local, sendo possível selecionar efeito e trilha sonora.

Outras novidades

O app News também será repaginado. Com um novo design, ele identificará notícias urgentes e as trará ao smartphone via push. Já o HomeKit, que passa a se chamar apenas Home, será integrado à central de controle do novo iOS, e isso inclui a Siri. Assim, será possível acender luzes e abrir portas por meio do smartphone.

O app de ligações também evoluiu. No iOS 10 ele terá transcrições do correio de voz para que o usuário saiba o conteúdo do recado sem ter que ouvi-lo. Além disso, o sistema poderá identificar um interlocutor desconhecido e rotulá-lo como tal.

O sistema operacional iOS 10 deve estar disponível para download até o fim do ano. Por enquanto, a versão beta começa a ser disponibilizada aos desenvolvedores nesta semana, com promessas de lançamento em julho. A novidade será compatível aos iPhones a partir do iPhone5. Entre os iPads, o update acontece a partir do iPad 4, incluindo as versões Air, Pro e Mini.

O iOS 10 é compatível com esses dispositivos

Captura de Tela 2016-06-15 às 14.05.58

Com informações de #WWDC 2016 / Tech Tudo / ADNEWS / Apple

 

A tecnologia mudou o seu jeito de trabalhar, percebeu?

2015-12-28-8d-514408535.748d4O celular que você tem à mão é corporativo ou pessoal? Tempos atrás esta especificação fazia muito mais sentido do que faz hoje, quando chefes, subordinados e colegas se comunicam pelo Whatsapp, profissionais checam e respondem emails de trabalho em casa e vice-versa.

“Nós notamos essa convergência, hoje já não há tanta distinção entre o que é dispositivo pessoal e o que é dispositivo de trabalho”, diz André Gualda, especialista do ConsumerLab da Ericsson, área que há 20 anos estuda o comportamento das pessoas conectadas.

A percepção de Gualda está diretamente relacionada à maior flexibilidade do trabalho, que vem ganhando dimensões remotas ao longo dos últimos anos. E são justamente estas características que foram investigadas pelo Consumer Lab da Ericsson para a pesquisa “Flexibilidade na Vida Profissional”, que contou com a participação de 47,1 mil pessoas entre 15 e 69 anos de 23 países.

Veja dados da pesquisa:

Trabalho: remoto e flexível

Para 32% dos entrevistados de todo o mundo, o trabalho remoto é importante. Para 43% o horário flexível é importante.
No Brasil, 40% acreditam na importância do trabalho flexível e metade dos participantes da pesquisa também destacam a relevância do horário flexível.

O fato de a flexibilidade ainda não ser uma cultura local – embora venha ganhando mais força – pode justificar, segundo André Gualda, especialista do ConsumerLab da Ericsson, o percentual maior nas respostas dos brasileiros, em relação ao tema da flexibilidade.

Expediente também pelo celular

Metade dos entrevistados usa o celular pessoal para trabalhar. No Brasil, o índice sobe para 57%. De acordo com André Gualda, a pesquisa mostra que nos países em que o uso do celular para trabalho é mais frequente a percepção da importância desta prática é menor do que nos países em que isso ainda não acontece em larga escala.

“Por ser rotina, as pessoas não têm essa percepção de importância”, diz o especialista da Ericsson.

Junto e misturado

“As restrições para fazer atividades profissionais fora do ambiente do trabalho estão acabando”, diz André Gualda.

A pesquisa indica que trabalhar em casa é algo comum entre os entrevistados: 22% declaram trabalhar em casa durante a noite, 13% dizem que trabalham em casa durante a tarde, 12% durante a manhã e 8% trabalham durante deslocamentos ou viagens. O computador pessoal é usado para trabalhar, segundo 33% dos participantes.

No Brasil, 30% disseram acessar redes sociais pra trabalhar e 15% fazem comprar online enquanto estão no escritório. “Tem os dois lados, as pessoas conseguem fazer atividades profissionais em casa e atividades pessoais no trabalho”, diz Gualda.

Na opinião dele, essa linha nebulosa entre atividades pessoais e profissionais é, justamente, o que acontece na empresa dos sonhos, sobretudo, segundo a Geração Y: o Google.

“Considerado o lugar de trabalho perfeito, no Google não há divisão entre o que é pessoal e o que é profissional, fazendo com que as pessoas fiquem mais horas no ambiente”, diz Gualda.

Exame.com – Carreira

Ampla Visão ganha selo de empresa amiga do Jovem

SOU+JOVEM_OK_CURVAS - ROXOSer jovem é ter energia e gana não só de ver acontecer, mas de fazer acontecer. A juventude hoje no Brasil vem, ao longo dos anos, aumentando sua preocupação e participação civil. O jovem tem muito o que dizer, deve ser ouvido, e deve ter a oportunidade de conquistar o espaço que merece na sociedade.

A Ampla Visão acredita no potencial transformador dessa geração que com certeza exercerá um papel social muito mais preocupado e focado em criar um mundo mais justo, prova desta crença foi o reconhecimento ganho do Instituto Sou+Jovem.

O Selo do Instituto Sou +Jovem é concedido para instituições e empresas que valorizam e o protagonismo dos jovens na sociedade, através de ações sociais e manifestações artísticas.

A Ampla Visão apoia o prêmio jovem, organizado pelo Instituto Sou + Jovem e oferece serviços pro-bono há três anos. Saiba mais sobre o prêmio jovem aqui.